Domingo, Novembro 08, 2009

Afinal as baixas já não contavam...

Fenprof exige que notas altas não sejam usadas em concursos

Não vem mal nenhum ao mundo.

Reitor

Estás A Ficar Como A Cândida Almeida. Ligeiramente Socialista.

"As nove certidões que o Departamento de Investigação e Acção Penal de Aveiro extraiu do processo de investigação conhecido como Face Oculta estiveram perto de quatro meses na Procuradoria-Geral da República (PGR) sem que o procurador-geral, Pinto Monteiro, lhes desse um destino"

Reitor

Sábado, Novembro 07, 2009

Cá Para Mim, Tudo Vai da Sorte No Jogo

"O nome de Sócrates tem marcado presença regular, independentemente da maior ou menor gravidade do envolvimento do mesmo, na linha de “bingo” dos grandes “casos” noticiados em Portugal.
Atente-se no rol de situações que têm vindo a público:
- licenciatura facilitada na universidade Independente (não é normal que se concentre um número tão elevado de cadeiras num único professor – o próprio envolvido em situações menos claras, que haja exames enviados por fax e tão grosseiramente corrigidos ou que se exarem diplomas ao domingo);
- eventuais decisões ou ausência delas no caso “Cova da Beira”;
- assinatura de projectos de engenharia no município da Guarda;
- suposta compra, muito abaixo do preço de mercado, do apartamento no prédio de luxo "Heron Castilho";
- as relatadas interferências no caso “Freeport”;
- as tentativas de condicionamento/cerceamento da comunicação social.
Desculpem-me aqueles que vêm revelando habituação ou indiferença face a estas notícias, mas este fenómeno é não é normal e nunca ocorreu com nenhum outro governante. É caso para se parafrasear o próprio Sócrates e constatar que ainda
estará para nascer um primeiro-ministro que apareça envolvido, na praça pública, em tanto caso obscuro.
E das três uma:
1) Sócrates é vítima de campanhas negras sucessivas e da impiedade de forças ocultas que visam liquidá-lo politicamente a qualquer custo;
2) Sócrates tem azar com alguns familiares, amigos e conhecidos que integram o seu círculo de relacionamento ou tem sido incauto na forma como se tem envolvido/deixado envolver em determinadas situações, mesmo sem intervenção ou responsabilidade pessoal nas mesmas;
3) Sócrates tem, efectivamente, “culpas no cartório”, como sói dizer-se.

Desculpem-me os sequazes, os acríticos e os resignados, mas estas questões impõem-se:
Que credibilidade interna tem um governo chefiado por um primeiro-ministro sistematicamente envolvido em situações pouco abonatórias, em termos das condutas exemplares que são exigíveis a um alto mandatário do país?
Que credibilidade externa tem um país governado por um primeiro-ministro sob permanente suspeita? "

Ler mais aqui: "Ou Sócrates joga "bingo" ou Deus joga aos dados"

Reitor

Contributos para aplicação da Educação Sexual nas Escolas VI

"Para rematar, uma clarificação: fala-se hoje muito em "opção sexual".
Ora fará isto algum sentido? Será que uma pessoa chega a certa idade e interroga-se:
"Qual irá ser a minha opção sexual? Optarei por ser heterossexual? Ou vou optar antes por ser gay?".

As inclinações homossexuais não são uma "opção".

Ou resultam de uma inclinação genética ou de fenómenos de moda ou de imitação. Mas aqui também não há propriamente ‘opção’: há seguidismo, há o ir na onda, há cedência ao ar do tempo.

Estes homossexuais sem propensão genética serão potencialmente os mais infelizes – porque não se sentirão bem na sua pele. E passarão ao lado da possibilidade de terem uma família, mulher e filhos. Em troca de quê?"

José António Saraiva,TABU, 06/11/2009


O Guterres, a Manuela Ferreira Leite, o Santana, o Sócrates, a Marante, o Rangel e a Câncio só lá estão para ilustrar.

Reitor

Quinta-feira, Novembro 05, 2009

O Paradoxo Dos Fingidos

Estava eu entretido a ler esta notícia , compungido com as lágrimas que vertia o Valentim Loureiro, quando reparo neste pormenor: o Augusto SS era o cabeça da lista chuchalista à Assembleia Municipal de Gondomar. Coitados dos gondomarenses. Já não lhes bastava o Valentão ainda tinham que se aguentar com o SS, pensei cá com os meus botões.
Mas ainda havia uma surpresa...

Augusto Santos Silva, que liderava a candidatura socialista à Assembleia Municipal (AM), não esteve presente na tomada de posse, o que inviabilizou a sua eleição para a presidência da mesa da AM. O novo presidente da mesa da AM é José Matias Alves, do PSD

O SS faltou à reunião e, como não havia mais ninguém com peso institucional e político, quem é que os ilustres parlamentares municipais haveriam de escolher para presidir às sessões da Assembleia?

Puxaram tanto... pela cabeça que, finalmente, emergiu um NOME capaz de colher os votos da maioria e para presidir aos trabalhos do órgão.

O nome do escolhido não poderia ser outro que não o do ilustre professor José Matias Alves, sim, esse mesmo, o professor dos afectos, cujo mérito pessoal, político, social e profissional eram mais que suficientes para presidir à coisa. A sua fama antecedia-o e tenho dúvidas que o SS fosse capaz de concitar mais apoios.

Os professores de Gondomar e, porque não dizê-lo, de Portugal têm agora uma voz forte que os defenderá na Assembleia Municipal. Sim, sim, claro que os defenderá até ao primeiro rugido do Valentão. Depois logo se verá.

Acontece, contudo, que este escrito não tem por fim elogiar a inteligência do professor José Matias Alves. Aliás e a bem da verdade, nem ele o consentiria.

A ideia deste escrito veio-me à cabeça, digo, brotou na minha mente devido ao facto de, objectivamente, estarmos perante um paradoxo. O paradoxo dos fingidos.

E o paradoxo dos fingidos pode ser fixado da seguinte forma:
Há alguma possibilidade de um partido em minoria (6 membros) eleger o Presidente de um órgão constituído por 45 membros.

Há duas respostas para o paradoxo, qual delas a mais paradoxal.
A primeira e óbvia resposta seria: não é matematicamente possível que 6 votos tenham mais poder que os restantes 39.
A segnda resposta, não tão óbvia por certo, também seria não. Não é possível que o senhor professor Matias fizesse um cozinhado com o SS e os chuchalistas para apear da Assembleia o espantalho que o Major lá queria colocar.

Seria aliás, impensável que o professor - homem honrado e justo e às direitas, que concorreu pelas listas do PSD e do CDS - fizesse um acordo com o SS para este não ir à reunião (e assim não perder uma votação) abrindo espaço para que ele - professor dos quatro costados - emergisse como eleito.


Reitor

Isto Já Não Vai Com Conversa Fiada.

O primeiro-ministro afirmou hoje que o Governo está disponível para «melhorar e aperfeiçoar» a avaliação dos professores, mas não para «destruir», nem para «ajustar contas com o passado»

O ingº não dará a mão a torcer
É preciso saber com quem contam os professores no parlamento!
Vamos ver que posição tomam os partidos da oposição. Com quem estão.

Reitor

Terça-feira, Novembro 03, 2009

Muito Urgente

O Governo não tomará a inicitativa de suspender o modelo de ADD
Começa a ser urgente, muito urgente voltar à luta. Vir para a rua.
Venham as moções!
Venha uma manif nacional!

Reitor

Na república portuguesa as escolas públicas podiam ser as melhores, mas não são por causa da rapaziada que tem governado o país

Numa abordagem a este artigo, o Paulo Guinote apresenta-nos uma leitura explicativa das conclusões a que chegou a jornalista Rita Carvalho.

E diz o Paulo que as escolas católicas são as melhores porque:
1 - Têm um modelo de formação superior
2 - A formação assenta em princípios: disciplina, exigência e rigor
3 - São escola de carácter exclusivo, por oposição ao carácter "inclusivo" das escolas públicas - digo eu.

Estou de acordo com este diagnóstico: as escolas de matriz religiosa proporcionam às crianças e aos jovens uma educação de superior qualidade, em todas as dimensões: no conhecimento científico, nas artes, na filosofia e humanidades e no desporto.
As escolas de matriz religiosa ensinam as crianças e os jovens a respeitar os valores humanos. A nunca transigirem na sua defesa. Valores imutáveis, valores civilizacionais: o valor da vida, o valor da honra e da dignidade, o respeito pelo outro, especialmente pelo mais fraco, a disciplina e o rigor no trabalho e nas tarefas que estão à sua responsabilidade. O valor da honestidade intelectual e moral. Enfim, as escolas de matriz religiosa ensinam as crianças e os jovens a terem palavra, a terem vergonha, a não faltarem aos seus compromisos e a obterem os seus ganhos e a atingirem os seus objectivos de forma lícita (esta vai direitinha para quem nós sabemos).
Ensinam-os a serem verdadeiros Homens e Mulheres.
As escolas de matriz religiosa têm um carácter exclusivo por oposição ao carácter inclusivo das escolas públicas. Assim é e assim deve continuar a ser.
Presumindo, com um sorrisinho ligeiramente trocista, que o Paulo não está a associar o "carácter exclusivo" destas escolas a qualquer medida burocrática ou administrativa que impeça qualquer aluno de as frequentar - o que não se verifica, não só porque, como o Paulo bem refere:
a) as escolas católicas recebem alunos de qualquer proveniência social e económica
b) as escolas católicas foram durante dezenas de anos, e em tempos recentes, as únicas ou quase as únicas a educar o povo,

Como também porque num Estado de Direito como é o Estado português (o sorrisinho passou a esgar trocista), não seria permitido - como o Paulo bem sabe - que algum aluno fosse discriminado no acesso ao bem público que é a Educação - pela situação económica, social ou cultural da sua família.
Obviamente, o carácter exclusivo das escolas de matriz religiosa a que se refere o Paulo só pode ter a ver com o respeito que estas têm por outro grande valor humano - o valor da Liberdade. A liberdade de querer ser educado, a liberdade de querer frequentar a escola, a liberdade de escolher que escola se quer frequentar, a liberdade de se escolher um "projecto de vida" (eu sei, eu sei que esta expressão está na ponta da língua dos nossos governantes e ajudantes, tal como a expressão "escola pública" que dizem defender e que postergam todos os dias)
O carácter de exclusividade das escolas religiosas assenta precisamente no conceito de LIBERDADE: Só as frequentam aqueles que verdadeiramente as querem frequentar. A "inclusividade" da escola pública justifica-se, não no quadro de uma instituição de ENSINO e FORMAÇÃO mas sim no quadro de uma instituição de guarda compulsiva (de acordo com a rua e nº da porta) de crianças e jovens que não querem ser guardados nem aprender. A escola inclusiva inclui à força.
E o Paulo remata a prosa com uma pergunta curiosa:

"se as escolas de matriz religiosa fossem a base da rede de ensino público e as escolas laicas, selectivas na admissão e critérios de funcionamento, a alternativa em busca da demonstração do seu valor, quais acham que estariam no topo do ranking"?

A resposta é óbvia: continuariam a ser as escolas de matriz religiosa a ocupar as posições de topo. A menos que deixassem de seguir os princípios que sempre seguiram.

Outra contextualização, outra tentativa de explicação.

Reitor

Segunda-feira, Novembro 02, 2009

Hum! Très Intéressant

Um jardim de felicidade.

Só "abre" em Dezembro.

Reitor

Fumo Branco A Norte

António Leite apontado como o novo director da DREN


Quem é o melga?

Reitor

Domingo, Novembro 01, 2009

Olhem Bem Pra Eles

Não se vê logo que são "homens sérios" e "inocentes"?
O Vara até tirou a licenciatura com o Sócrates na Independente.
Embora todos tenham cara de mamões, de parasitas do Estado, de sugadores dos bens públicos, de amigos do Sócrates, tal ... não é bem assim.
São pessoas seríssimas. Acima de qualquer suspeita.

E o rapinanço que estes três chuchlistas, amigos e protegidos do Sócrates, têm feito aos bens públicos, não foram eles, fui eu.
Tá bem assim Vara?
Ok. Venham daí os 10.000 euros.
Reitor

Antes Da Ladainha...



Reitor

Sábado, Outubro 31, 2009

Chega-te Pra Lá



Venham depressa que acaba amanhã
Reitor

Até Breve! Boa Viagem!

Uma vez que vosselência se vai embora por "necessidade de fazer outros percursos" (hi!hi!hi!), talvez as escolas do Norte possam respirar.

E os professores possam voltar a emitir livremente a sua opinião.

Talvez o Governo deixe de se envergonhar com as boutades de uma DREN.

Talvez as crianças e jovens não desaprendam a escrever, lendo as suas mensagens.

Vosselência foi um exemplo notável de intolerância, de incompetência, de inconveniência e de ignorância.


ATÉ BREVE.

Reitor

Quinta-feira, Outubro 29, 2009

Para dar aos simples, prudência, e aos moços, conhecimento e bom siso; (Provérbios 1:4)

Boas as palavras do Presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares.
Reparem na ironia com que ele fecha a entrevista ao dizer, mais ou menos, que não se perde trabalho nenhum se o modelo de avaliação for para o caixote do lixo.
Ou, retirando-lhe os adjectivos: Desde 2008 que não se saiu do sítio. Que se fez um monte de lixo para deitar fora.

Afinal, um exemplo.
Nem todos são simples,
Nem todos são moços,
Nem todos têm falta de juízo
Reitor